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Archive for novembro \26\UTC 2009

É hoje!

É hoje Galera!  Exatamente 1 ano de blog. Como estou sem tempo para fazer um post, vou fazer o registro da forma como como começamos, com Antônio Candeia Filho. Como salve é pra santo(rs), viva o mestre!

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Levas

Galera pegando um gancho no disco “Cachaça dá Samba” lembrei de um e-mail que recebi a algum tempo atrás enviado pela nossa querida Carol. Uma curiosidade sensacional.. que segue abaixo.

“MOMENTO MANGUAÇA CULTURAL.

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

O que fazer agora?

A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: o “azedo” do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome “PINGA”.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de “ÁGUA-ARDENTE”.

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que,com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

(História contada no Museu do Homem do Nordeste ).

Não basta beber, tem que conhecer!

Vivendo e aprendendo!”

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Esse Cd ja vinha sendo namorado há algum tempo. O Companheiro Rafinha ja havia passado algumas faixas.. mas agora ele vai na integra aqui pelo Blog.

Disco de Alfredo Del Penho e Pedro Paulo Malta lançado em 2006. Esse disco, penso eu, tem uma grande identificação com o blog, não sei explicar exatamente por que..rsrsr.. o “Cachaça da Samba” apresenta um garimpo interessante de músicas que falam principalmente sobre bebidas, dentre elas a mais presente é a Cachaça, daí o título do Cd.

Cachaça dá Samba – 2006

1 – Ai, cachaça! (Manezinho Araújo – Fernando Lobo)
Bebida, mulher e orgia (Aniz Murad – Luiz Pimentel – Manoel Rabaça)
2 – Quem não sabe beber (Elino Julião – Severino Ramos)
3 – A verdade é pura (Moacyr Luz)
4 – O pingo e a pinga (Antônio Almeida – Pedro Caetano)
5 – Malvada Pinga (Moda da Pinga) (Laureano)
6 – Delírio alcoólico (E. Briu)
7 – Por esta vez passa (Noel Rosa)
8 – Maria Fumaça (Noel Rosa)
9 – Prá Esquecer (Noel Rosa)
10 – É Bom Parar (Noel Rosa – Rubens Soares)
Quem mandou você beber (Bide)
Não deixarei de beber (Sebastião Gomes – Jorge Gonçalves – Irineu Silva)
11 – Moenda Velha (Zeca Pagodinho – Wilson Moreira)
12 – Baranga das Dez, broto das Duas (Jota Canalha)
13 – O que me dão pra beber (Candeia)
Beberrão (Aniceto do Império – Molequinho)
14 – Deixa-me beber (J.G. De Carvalho)
Cachaça (Héber Lobato – Lúcio Girão – Marinósio Filho – Mirabeau Pinheiro)
Baixe aqui

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1 ano

Galera,

Esse mês no dia 26 o blog faz um ano. Queria agradecer aos colaboradores que fizeram essa budega andar pra frente. Valeu Leandrinho, Cramulha, Rafa, Vitão e Carol. Saudar também a presença nos posts e as presenças ocultas que sei que rondam por aí.

Na madrugada meio mal dormida de ontem, pensei que esse ano de vida aconteceria domingo, e então surgiu esta pequena homenagem. Conversando com a Marcella ela meio que fez um definição interessante sobre essa prularidade num só personagem: Rato Cinza.

Enfim, fico feliz, hornado, orgulhoso, de compartilhar e também de tocar pra frente este pequeno, porém sincero trabalho de valorização da nossa cultura.

Vou postar hoje para mexer com isso aqui que tava meio parado, e também deixar espaço para as palavras amigas que tenho certeza que tem tanto carinho por este blog quanto eu. Rumo ao Joelho, amigos!


Uns Seres

Peço licença aos cumpadres
Pra saldar todos os ratos
Mas só aqueles que são cinzas
De mesma alma e mesmo faro

Na ode o poeta disse
Que esses andam aos magotes
Faço deles as palavras minhas
Pois com esse ninguém pode

Voltando aos meus pensamentos
Ser rato é mesmo isso aí
Farejar sempre sedento
O que o mundo tem pra servir

As pedras que as vezes surgem
Nos sapatos, caminhos, são grandes
Mas pra quem percorre bueiros
Lapida até achar diamante

Cada um vê no outro espelho
As vezes parece mesmo tudo igual
Isso é fruto de muitos conselhos
Papos, brigas, quase um ritual

Que tem samba e muita cerveja
Petiscos no botequim
Tradições iguais as de igreja
Isso é ser rato cinza pra mim.

Abraços

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