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Archive for junho \30\UTC 2010

Estudando o Samba

Capa do disco


Meus amigos, estou trazendo um disco do Tom Zé que me deixou no mínimo confuso, em vários aspectos, até mesmo sobre postá-lo ou não. Porém, um disco batizado com o nome “Estudando o samba” merece a atenção de quem gosta do gênero. E ainda por cima carrega um texto cheio de bons adjetivos do mestre Elton Medeiros que vou transcrver mais abaixo. De qualquer forma um disco diferente.
Pesquisando sobre o disco encontrei vários adjetivos, desde excêntrico a genial, mas como a idéia é informar, deixo o meu guardado por enquanto para não influenciar na opinião de ninguém. Que cada um tenha o próprio olhar sobre o disco.

No entanto vou ressaltar a antiga faixa 02 do lado B agora faixa 08 do CD – Mãe, de Elton Medeiros e Tom Zé.
“Dorme, dorme meu pecado / Minha culpa, minha salvação.”

Estudando o Samba – Tom Zé – Baixe aqui!

LADO A 1. MÃ 2. A FELICIDADE 3. TOC (instrumental) 4. TÔ 5. VAI 6. UI!
LADO B 1. DOI 2. MÃE 3. HEIN? 4. SÓ 5. SE 6. ÍNDICE

Logo abaixo a transcrição do texto de Elton Medeiros sobre Tom Zé e o disco em questão:

Estudando o Samba

De Irará para Salvador, e daí, Rio de Janeiro, São Paulo, etc., etc., enfim, o menino Tom Zé, quando percebeu, estava entregue às andanças a que são levados os artistas para dar seus recados. E por aí foi indo o Tom Zé: levado dentro de si uma enorme carga musical assimilada das festas religiosas e das serestas que participou em sua terra natal, passando pelo que viu e ouviu nas andanças e devolvendo tudo isso de maneira nova e criadora nas suas composições, após as suas mexeções com todo esse tipo de coisas nossas jogadas dentro de uma pipeta de graduação sonora e de acordo com os conhecimentos que adquiriu no Conservatório de Música da Universidade Federal da Bahia.
E por aí foi indo o Tom Zé: poesia, som , som-poesia, tropicália, Salvador, Castro Alves, Vila Velha, mil aplausos, esbarro com ele, alô, olá, estamos aí, 1966. Rio de Janeiro, São Paulo, festival, festival, Tom Zé ganha alguns, vitória, vitória, mas até hoje não lhe fizeram entrega de um dos mais badalados prêmios que tinha direito. Faz muchocho, quando se lembra, mas não para muito prá pensar nesses calotes porque há muito onde jogar o seu talento e ele não gosta de perder tempo.
Por isso, sem perda de tempo, pensou e realizou este disco, onde procurou reunir uma variedade de tipos e de formas rurais e urbanos do samba, dando a cada música a vestimenta que achou mais adequada.
E por aí vai indo o Tom Zé: certo do seu trabalho certo, mas não muito certo de sua aceitação. A ponto de num desabafo – a meu ver, precipitado – ter-me dito que se este LP não circulasse, teria que abandonar o lado de pesquisa de seu trabalho.
O que é isso, amigo? Se esta procurando um pretexto prá tirar uma licença. pode estar certo de que não vai ser desta vez, pois vai ter que trabalhar dobrado. Só espero que não me prive da oportunidade de novamente ser seu parceiro, pois estou aí para trabalharmos juntos, seja em Irará, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, em etc., ou em etc… Gostei da experiência.

Rio de Janeiro, dezembro de 1975 a. ELTON MEDEIROS

Abraços,
Leandro Mattos.

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JONGO DA SERRINHA

SALVE SUA BANDA.
Tenho escutado bastante esse CD e cada vez mais ando buscando informações sobre o Projeto Cultural Jongo da Serrinha.

O grupo Jongo da Serrinha saiu dos quintais do Morro da Serrinha, em Madureira, para os palcos do Brasil inteiro. Criado por Mestre Darcy Monteiro e Vovó Maria Joana Rezadeira, O JONGO DA SERRINHA é responsável pela preservação do Jongo e continuidade da existência dessa tradição no Brasil.

O jongo, ou caxambu, é uma ritmo que teve suas origens na região africana do Congo-Angola. Chegou ao Brasil-Colônia com os negros de origem Bantu trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos Esados do Rio de janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Os Mestres e Mestras do Jongo da Serrinha e muitas outras informações sobre o grupo e a história do jongo podem ser conhecidos através deste link: Jongo da Serrinha – site oficial.

Este disco foi lançado em 2002. Foi o primeiro de jongo do país. Produzido independente pelo prórpio Jongo da Serrinha e, contudo, a edição de 4 mil cópias está esgotada. No entanto vale ficar de olho no site oficial do grupo já mencionado acima sobre as novidades em relação aos discos, shows e projetos.

Peço uma atenção para a faixa 02 – Vapor da Paraíba, onde Vovó Teresa conta sobre a sua ida de trem de Paraíba do Sul para o subúrbio de Madureira. Vendo a fumaça do trem de ferro“Maria-Fumaça” lembrava das chaminés dos navios do Rio Paraíba.

Jongo da Serrinha. Baixe aqui.

INFORMAÇÔES SOBRE O CD:
Integrantes:
Tia Maria do Jongo (Voz)
Luiza Marmello (Voz e percussão)
Lazir Sinval (Voz)
Deli Monteiro (Voz)
Anderson Vilmar (Percussão)
Hamilton de Souza (Cavaquinho)
Vinícius Bastos (Percussão)
Tiago Lima (Cordas)

Direção Musical: Paulão 7 Cordas.

Faixas.
1- Bendito (Darcy Monteiro)
Ponto de abertura
voz: Lazir Sinval
Pisei na pedra (Darcy Monteiro)
Ponto de louvação
voz: Dely Monteiro
Boi preto (Darcy Monteiro)
Ponto de visaria
Voz: Luiza Marmello
Eu chorei (Manuel Bam-Bam-Bam)
Ponto de visaria
2- Vapor da Paraíba (Vovó Teresa)
voz: Dely Monteiro
3- Guiomar (Darcy Monteiro e Tião Zarope)
voz: Lazir Sinval e Darcy Monteiro
4- Caxambu de Sá Maria (Darcy Monteiro)
Jongo-canção
voz: Luiza Marmello
5- Finca tenda (Seu Vito) (Darcy Monteiro)
voz: Darcy Monteiro
6- Caxinguelê (Vovó Maria Joana)
voz: Tia Maria do Jongo
7- Eu num é doutô (Pedro Monteiro)
voz: Luiza Marmello
8- Mamãe foi pro jongo (Eva Emely)
Ponto de despedida
voz: Dely Monteiro
Papai subiu o Morro de São José (Lazir Sinval)
Ponto de visaria
Maria sunga a saia (Darcy Monteiro)
Ponto de visaria
voz: Lazir Sinval
Eu tenho pena (Darcy Monteiro)
Ponto de demanda
VOZ: LAZIR SINVAL
9- Saracura (Pedro Monteiro e Darcy Monteiro)
Jongo-enredo / voz: Dely Monteiro e Lazir Sinval
10- Bana cum lenço (Vovó Maria Joana)
Ponto de visaria / voz: Dely Monteiro
Vou caminhar (rec. por Jair do Jongo)
Ponto de despedida / voz: Lazir Sinval
Benção de Deus (Vovó Maria Joana)
Ponto de despedida / voz: Dely Monteiro
Faixa Bônus
AFOXÉ NO QUINTAL DA TIA MARIA

CURIOSIDADE.
Mestre Darcy Monteiro, filho de Pedro Monteiro e da mãe-de-santo e jongueira Vovó Maria Joana Rezadeira, revelou-se, desde cedo, um grande percussionista. Aos 16 anos, já era músico profissional. Participou, adolescente, da fundação da Escola de Samba Império Serrano. Foi ele quem introduziu os agogôs na bateria do Império, até hoje marca registrada da escola. Acompanhou, como músico da Rádio Nacional, nomes do calibre de Mário Reis, Herivelto Martins, Ataulfo Alves, Marlene e Emilinha Borba. Só briga de cachorro grande
Mais do que qualquer outra coisa, porém, Mestre Darcy se destacou como um tremendo militante da cultura afro-brasileira. Foi fundador, ao lado de Candeia, do Grêmio Recreativo de Arte Negra Quilombo, escola de samba que nos anos 70 buscou recuperar o sentido comunitário das agremiações tradicionais, desvirtuado pelo surgimento das “super-escolas de samba s.a”.
Foi, entretanto, como jongueiro e divulgador do jongo que Mestre Darcy transformou-se em uma figura legendária.
Fonte: http://hisbrasil.blogspot.com/2007/01/mestre-darcy-do-jongo.html

Abraços. Leandro Mattos.

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Rocinha – Rainha das Favelas

Um dos poucos sambas que falam da Rocinha. Retratando o surgimento de uma favela, de uma comunidade, de uma cidade e finalmente de uma Escola de Samba. Como dizem os Mestres Paulo Cesar Pinheiro e João Nogueira, mais uma vez parceiros na criação, ” Rocinha ja faz parte da Aquarela / Da poesia do Rio de Janeiro”.

Quero destacar a parte final da música que diz:
“Tem também,
Não há razão pra se guardar segredo
A moçada que “mete o dedo”
A malandragem que “mete a mão”
(mole não…)
Tem que tem
Mas pra falar tem que ter respeito
A Rocinha mora no meu peito
Do lado esquerdo do meu coração”

E parafraseando nosso companheiro Fernandinho: ” Isso é Outra história”.

Rocinha. João Nogueira e PC Pinheiro.

E segue a letra completa.
ROCINHA
(João Nogueira e Paulo César Pinheiro)

Junto ao mar
Num morro que ainda era despovoado
E dividia a Gávea e São Conrado
Nasceu uma favela
Moram lá pedreiros,carpinteiros,costureiras
Cresceu demais
Já não tem mais fronteiras
E tornou-se grande e bela
Foi assim
Graças à força da comunidade
Que em pouco tempo já virou cidade
Hoje das favelas é a rainha
No Carnaval
O samba por lá também rola
E até já fundou sua Escola
E na passarela é a caçulinha
Que satisfação…
É com grande prazer que exalto
A união entre morro e asfalto
Na favela da Rocinha
Rocinha também tem a sua imagem
Na capela abençoando o dia a dia
Nossa Senhora da Boa Viagem
Se ilumina quando bate Ave Maria
Rocinha já faz parte da aquarela
Da poesia do meu Rio de Janeiro
Salve essa gente de bem que mora nela
Lutando para ser feliz o ano inteiro
Tem também,
Não há razão pra se guardar segredo
A moçada que “mete o dedo”
A malandragem que “mete a mão”
(mole não…)
Tem que tem
Mas pra falar tem que ter respeito
A Rocinha mora no meu peito
Do lado esquerdo do meu coração

Grande abraço. Leandro Mattos.

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Este é o título de uma das homenagens mais bem feitas que já vi, para alguns músicos do nosso samba. Uma bela canção de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós que me impressionaram assim que escutei pela qualidade dos versos, pelo coro e pelo enorme trabalho que deve ter dado para as respectivas mãos e cabeças.

Escutei pela primeira vez no CD Estácio & Flamengo postado no blog pelo nosso amigo Felipe (Cramulha). E conheci melhor sua história na biografia do mestre (A letra brasileira de Paulo César Pinheiro), escrita por Conceição Campos. Deixo vocês com a música, a letra e a história dessa maravilha retirada na íntegra do livro. Em breve postarei aqui outra bela homenagem feita por PCP, para gente que toca.

O Samba Bate Outra Vez

(Maurício Tapajós/Paulo César Pinheiro)

Odete, Aracy, Dona Ivone
Sílvia Teles, Claudete, Simone
Clara, Beth, Elizeth, Alcione
Dolores Duran, Clementina
Carmem Costa, Miúcha e Cristina
Gal, Bethânia e Elis Regina
Nora Ney, Nana, Linda e Dircinha
Dóris, Elza, Marlene e Emilinha (O samba bate)

O samba bate outra vez
Bate outra vez
Não para
Bate no Estácio
Na mídia, no estúdio
No pódio, no estádio
Num gol do Mengão campeão
E nos programas de televisão
Jornal e rádio.

O samba bate outra vez
Bate outra vez
E invade
Bate no bar, na boate
Nos palcos de toda cidade
Que bom que já bate esse som,
Que é do Brasil, dentro do coração
Da mocidade.

O samba bate outra vez
O toque de reunir
O samba é que leva emoção
Ninguém pode impedir
O samba é que é a revolução
É preciso que se convençam
Por isso hoje o samba saiu
Saiu de novo pra quem não ouviu
E vem do compositor do Brasil
Com sua bênção.

Pixinga, Vinicius e Baden
Caymmi e Chico Buarque
Vanzolini e Mauro Duarte
Manacéa e Walter Alfaiate
Wilson Moreira e Nei Lopes
Bide, Brancura e Baiaco
Marçal, Ismael, Nilton Bastos
Casquinha, Candeia e Monarco (O samba bate)
[refrão]

Mijinha, Anescar, Aniceto
Assis Valente, Ataulpho, Herivelto
Ari Barroso, Jobim, João Gilberto
Haroldo Lobo e Janet de Almeida
Wilson Batista e Geraldo Pereira
Mano Décio e Silas de Oliveira
Vadico, Sinhô, Noel Rosa
Luís Reis e Haroldo Barbosa

Donga e João da Baiana
Monsueto e Luís Soberano
Claudionor e Pedro Caetano
Cartola e Nelson Cavaquinho
Elton Medeiros, Zé Keti, Paulinho
Mirabeau, Zé-com-fome, Valzinho
Lyra, Menescal e Bôscoli
Donato, Aldir, João Bosco.

Miltinho, Aquiles, Rui, Magro,
(A moçada do MPB-4)
Dick, Lúcio, Emílio Santiago
Vassourinha e Ciro Monteiro
Jamelão, Dilermano Pinheiro
Roberto Silva e Roberto Ribeiro
Mário Reis, Jorge Veiga, Moreira
Zimbo Trio, Jair, João Nogueira (O samba bate)
[Refrão]

“Logo que decidi conhecer a fundo a obra de Paulo César Pinheiro, Pedro me chamou para ir com ele a um churrasco na casa do letrista. Maurício Tapajós também estava lá no dia e, assim que os músicos presentes abriram os trabalhos, pude ver que o O samba bate outra vez, uma música que tanto me impressionara alguns meses antes, tinha saído do forno há bem menos tempo do que eu imaginava. Pelo menos foi isso que pude deduzir ao ver que seus dois autores ainda lambiam a cria, tentanto memorizar a letra quilométrica manuscita em um caderno de rascunho. Soube também que uma superprodução musical começava a ser bolada e articulada para gravar o incrível samba em grande estilo- e, diga-se de passagem, com recursos totalmente precários, como é comum acontecer nesses casos.

Desde o primeiro impacto que aquele samba me causara. Eu tinha me sentado ali pra estudá-lo, não paenas com a pretensão de decorar seus muitos metros de letra, mas principalmente para entender melhor a história que vinha com ele. Já sabia identificar, ainda que superficialmente, cada um dos 105 sambistas listados, e tinha observado com atenção a forma como aquela centena de compositores e cantores de épocas tão diferentes estava agrupada nas estrofes. Um merticuloso trabalho de rima e informação aproximava os nomes que faziam parte de um mesmo estilo, grupo, movimento ou época – a velha guarda da Portela e da Mangueira, os sambistas do Estácio, de Vila Isabel, de Botafogo, os cantores do rádio e assim por diante. Também estavam colocados lado a lado compositores que tinham parceiras constantes, assim como integrantes de grupos vocais ou instrumentais. Mas havia outros detalhes interessantes que eu fui descobrindo na sorte daquele encontro festivo dos dois amigos compositores.

Maurício havia feito a música logo depois de ler na Revista de Domingo do Jornal do Brasil uma reportagem que festejava o interesse de jovens cariocas pela tradição do samba, fenômeno que começava a manifestar-se, sobretudo em Santa Teresa na Lapa. Publicada em 27 de novembro de 1994 e assinada pelos jornalistas Ségio Garcia, Álvaro Costa e Moacyr Andrade, a matéria intitulada como O samba bate outra vez ocupava a capa e seis páginas inteiras da revista. Seu título – uma referência ao primeiro verso de As rosas não falam, de Cartola – foi aproveitado por Maurício e Paulinho Pinheiro para o nome e o refrão do samba. Uma vez pronto, foi gravado pouco tempo depois por um conjunto de vinte e poucos nomes importantes da música popular brasileira, todos de alguma forma ligados ao samba e muitos deles citados naquela letra. Produzido pelos músicos Maurício Tapajós e Carrilho, com Hermílio Bello de Carvalho na seleção do repertório, o CD Estácio & Flamengo foi o último lançado pelo selo Saci – Sociedade de Artistas e Compositores Indepentendes, criada e dirigida pelo sempre empreendedor Maurício Tapajós. O compositor, que me pareceu tão bem naquela festa, morreu pouco depois da gravação.

Abrindo o disco, sob arranjo vocal Paulo Malaguti, O samba bate outra vez reunia os solos de Chico Buarque, Elton Medeiros, João Nogueira, Dona Ivone Lara, Cristina Buarque, Miucha, Amélia Rabello, Zé Keti, Beth Carvalho, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, MPB-4, Paulo Cesar Pinheiro e Maurício Tapajós, entre outros tantos. Achei bonito que a última parceria dos dois juntasse em torno de si tantos fatos encadeados. O verso antigo de um samba tinha nomeado uma reportagem que logo inspirou um compositor a criar música nova. Sobre esta melodia, um poeta, em chamamento, homenageou com seus versos sambistas brasileiros. Respondendo ao chamado, muitos homenageados cantaram uma frase do samba, louvando também desta forma, os nomes dos mestres já mortos. Estavam então todos certos, jornalistas e compositores. A força do samba era grande, e continuaria batento, outras mil vezes e sempre.”

Conceição Campos, 2009, pg29.

Grande Abraço,

Léo Brito

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Mensagem – Almir Guineto

Não,
Eu não vejo razão
Para se redimir e deixar de viver
Um amor … não se deve guardar
Liberte do seu coração
O medo da desilusão.

Pois amar …
É se dar pra valer
Percorrer os caminhos de um longo prazer
Se envolver deixar fluir
O sentimento dentro de você

E quem disser que isso é fantasia
É por que não sentiu ,
O peito arder enfim.
Pois nunca se deu,
Se quer foi feliz.
É um quadro negro sem marca de giz

Vai buscar quem de fato lhe deu valor
Com certeza, há de ser mais um vencedor
Que essa mensagem sirva-lhe de exemplo
Pra você não vejetar no tempo.

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Opção – Almir Guineto

Ratos! To postando aqui duas do album “Perfume de Champanhe” de Almir Guineto.
Agora entendo a “vagabundagem” que vcs dizem o tempo!
Vocais afinados pelo choque térmico da branca e da “lora”!
Abraços e quatro queijos pra todos!

Opção
Almir Guineto
Composição: almir guineto

Veja bem,
O que você vai fazer
Pense bem,
Pra depois não se arrepender
Mais vale um pombo na mão
Do que dois voando em vão
Basta querer refletir
Saber que o pior eu perdi
Já que você quer assim
Essa é a sua opção
Cuidado pra não machucar seu coração
(Ai de mim)

Ai de mim
A vida é mesmo assim
No jogo do amor
Eu sou bom perdedor
Já que você quer assim
Essa é a sua opção
Cuidado pra não machucar seu coração

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