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Archive for the ‘Cds’ Category

Making of – Wilson das Neves

O mestre Wilson das Neves fala sobre o seu novo CD – Pra gente fazer mais um samba!

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Gisa Nogueira

Companheiros,

Lá vem por aí mais uma surpresa agradável. Descobri esses dias esse CD da Gisa Nogueira, irmã do grande João, lá no Samba de Raiz. Junto com o arquivo, tem um release com os detalhes da obra da cantora e compositora. Todas as músicas deste álbum são de sua autoria e vou deixar a `canja` na faixa em que ela divide com o mestre – Saldo Positivo. Apreciem!

Faixas:

01 verdade aparente
02 saldo positivo
03 peito magoado
04 opção
05 coração insensato
06 olhando seu retrato
07 me ganhou
08 incoerência
09 mandamento
10 de novo desamor
11 vazio
12 a janela


Baixe Aqui

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Sem tostão – A crise não é boato.

Noel Rosa. Gênio.

“Sem tostão…
a crise não é boato

Desde o lançamento do livro “Noel Rosa, uma biografia” de João Máximo e Carlos Didier, Cristina Buarque & Henrique Cazes planejavam montar um espetáculo sobre Noel, que fugisse do repertório óbvio e não caisse no vazio das releituras ecléticas.
Partindo da grande familiaridade de Cristina com o universo do samba e da experiência de Henrique em mais de 15 anos com o Conjunto Coisas Nossas, especialista na obra de Noel, montaram um roteiro que desse uma idéia das muitas facetas do Poeta da Vila. O cronista que não perdeu a atualidade, o humorista, o fazedor de paródias, o anti-romântico, o inovador de formas, enfim um gênio que em apenas 26 anos de vida e pouco mais de 8 de trabalho musical, marcou fortemente a Música Brasileira.
Uma sucessão de blocos temáticos, intercalados por estórias engraçadas e reveladoras do espírito “noelino” se desenrolam ao longo de pouco mais de 1 hora de espetáculo. Os tipos cariocas, o nascimento do samba batucado, a violência urbana (já em pauta nos anos 30), as relações entre a mulher e a mentira, o final amargo e um grande bloco falando da crise que ainda é a mesma, mostram um Noel de corpo inteiro, mais de 60 anos após sua morte.
O título “Sem tostão…a crise não é boato” junta o nome de um samba à uma afirmacão de Noel durante uma entrevista: “A crise é a única coisa no Brasil sobre a qual podemos afirmar… não é boato”. Como os anos passam e a situacão não muda, Cristina & Henrique preparam para breve um novo show e novo CD: “Sem tostão 2 …, a crise continua”

***Informações retiradas do disco.

Sem tostão – A crise não é boato.

Galera, vou chamar a atenção para as histórias contadas no disco. Sensacionais.

E outra coisa, como esse disco foi gravado em 92, o novo show e o novo disco ” Sem tostão 2 – A crise continua” já aconteceram em 1999. Em breve disponibilizo pra vocês.

Abraços.
Leandro Mattos.

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Ilessi – Brigador


Companheiros,

Como já abordei nos butiquins da vida, segue mais um CD pra escutar exaustivamente no carro, nos nossos churrascos etc.

Mais um que tem as mãos, ou tentáculos de ouro de Paulo César Pinheiro, porque compor nessa quantidade e qualidade eu nunca vi.

Como este dispensa comentários, vou apresentar os acompanhantes da vez nesta obra: a cantora Ilessi e o parceiro Pedro Amorim. Achei uma resenha bacana com mais informações no blog do Mauro Ferreira. Apreciem!

Brigador – Ilessi Canta Pedro Amorim e Paulo César Pinheiro (2009)

1 – Brigador
2 – Julgamento
3 – Ponta de Punhal
4 – Olhos Azuis
5 – Serena
6 – A pena do sabiá
7 – Barraqueiro de caruaru
8 – Sestrosa
9 – Linha de Cabloco
10 – A sina do negro

Baixe Aqui

Léo Brito

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Estudando o Samba

Capa do disco


Meus amigos, estou trazendo um disco do Tom Zé que me deixou no mínimo confuso, em vários aspectos, até mesmo sobre postá-lo ou não. Porém, um disco batizado com o nome “Estudando o samba” merece a atenção de quem gosta do gênero. E ainda por cima carrega um texto cheio de bons adjetivos do mestre Elton Medeiros que vou transcrver mais abaixo. De qualquer forma um disco diferente.
Pesquisando sobre o disco encontrei vários adjetivos, desde excêntrico a genial, mas como a idéia é informar, deixo o meu guardado por enquanto para não influenciar na opinião de ninguém. Que cada um tenha o próprio olhar sobre o disco.

No entanto vou ressaltar a antiga faixa 02 do lado B agora faixa 08 do CD – Mãe, de Elton Medeiros e Tom Zé.
“Dorme, dorme meu pecado / Minha culpa, minha salvação.”

Estudando o Samba – Tom Zé – Baixe aqui!

LADO A 1. MÃ 2. A FELICIDADE 3. TOC (instrumental) 4. TÔ 5. VAI 6. UI!
LADO B 1. DOI 2. MÃE 3. HEIN? 4. SÓ 5. SE 6. ÍNDICE

Logo abaixo a transcrição do texto de Elton Medeiros sobre Tom Zé e o disco em questão:

Estudando o Samba

De Irará para Salvador, e daí, Rio de Janeiro, São Paulo, etc., etc., enfim, o menino Tom Zé, quando percebeu, estava entregue às andanças a que são levados os artistas para dar seus recados. E por aí foi indo o Tom Zé: levado dentro de si uma enorme carga musical assimilada das festas religiosas e das serestas que participou em sua terra natal, passando pelo que viu e ouviu nas andanças e devolvendo tudo isso de maneira nova e criadora nas suas composições, após as suas mexeções com todo esse tipo de coisas nossas jogadas dentro de uma pipeta de graduação sonora e de acordo com os conhecimentos que adquiriu no Conservatório de Música da Universidade Federal da Bahia.
E por aí foi indo o Tom Zé: poesia, som , som-poesia, tropicália, Salvador, Castro Alves, Vila Velha, mil aplausos, esbarro com ele, alô, olá, estamos aí, 1966. Rio de Janeiro, São Paulo, festival, festival, Tom Zé ganha alguns, vitória, vitória, mas até hoje não lhe fizeram entrega de um dos mais badalados prêmios que tinha direito. Faz muchocho, quando se lembra, mas não para muito prá pensar nesses calotes porque há muito onde jogar o seu talento e ele não gosta de perder tempo.
Por isso, sem perda de tempo, pensou e realizou este disco, onde procurou reunir uma variedade de tipos e de formas rurais e urbanos do samba, dando a cada música a vestimenta que achou mais adequada.
E por aí vai indo o Tom Zé: certo do seu trabalho certo, mas não muito certo de sua aceitação. A ponto de num desabafo – a meu ver, precipitado – ter-me dito que se este LP não circulasse, teria que abandonar o lado de pesquisa de seu trabalho.
O que é isso, amigo? Se esta procurando um pretexto prá tirar uma licença. pode estar certo de que não vai ser desta vez, pois vai ter que trabalhar dobrado. Só espero que não me prive da oportunidade de novamente ser seu parceiro, pois estou aí para trabalharmos juntos, seja em Irará, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, em etc., ou em etc… Gostei da experiência.

Rio de Janeiro, dezembro de 1975 a. ELTON MEDEIROS

Abraços,
Leandro Mattos.

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JONGO DA SERRINHA

SALVE SUA BANDA.
Tenho escutado bastante esse CD e cada vez mais ando buscando informações sobre o Projeto Cultural Jongo da Serrinha.

O grupo Jongo da Serrinha saiu dos quintais do Morro da Serrinha, em Madureira, para os palcos do Brasil inteiro. Criado por Mestre Darcy Monteiro e Vovó Maria Joana Rezadeira, O JONGO DA SERRINHA é responsável pela preservação do Jongo e continuidade da existência dessa tradição no Brasil.

O jongo, ou caxambu, é uma ritmo que teve suas origens na região africana do Congo-Angola. Chegou ao Brasil-Colônia com os negros de origem Bantu trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos Esados do Rio de janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Os Mestres e Mestras do Jongo da Serrinha e muitas outras informações sobre o grupo e a história do jongo podem ser conhecidos através deste link: Jongo da Serrinha – site oficial.

Este disco foi lançado em 2002. Foi o primeiro de jongo do país. Produzido independente pelo prórpio Jongo da Serrinha e, contudo, a edição de 4 mil cópias está esgotada. No entanto vale ficar de olho no site oficial do grupo já mencionado acima sobre as novidades em relação aos discos, shows e projetos.

Peço uma atenção para a faixa 02 – Vapor da Paraíba, onde Vovó Teresa conta sobre a sua ida de trem de Paraíba do Sul para o subúrbio de Madureira. Vendo a fumaça do trem de ferro“Maria-Fumaça” lembrava das chaminés dos navios do Rio Paraíba.

Jongo da Serrinha. Baixe aqui.

INFORMAÇÔES SOBRE O CD:
Integrantes:
Tia Maria do Jongo (Voz)
Luiza Marmello (Voz e percussão)
Lazir Sinval (Voz)
Deli Monteiro (Voz)
Anderson Vilmar (Percussão)
Hamilton de Souza (Cavaquinho)
Vinícius Bastos (Percussão)
Tiago Lima (Cordas)

Direção Musical: Paulão 7 Cordas.

Faixas.
1- Bendito (Darcy Monteiro)
Ponto de abertura
voz: Lazir Sinval
Pisei na pedra (Darcy Monteiro)
Ponto de louvação
voz: Dely Monteiro
Boi preto (Darcy Monteiro)
Ponto de visaria
Voz: Luiza Marmello
Eu chorei (Manuel Bam-Bam-Bam)
Ponto de visaria
2- Vapor da Paraíba (Vovó Teresa)
voz: Dely Monteiro
3- Guiomar (Darcy Monteiro e Tião Zarope)
voz: Lazir Sinval e Darcy Monteiro
4- Caxambu de Sá Maria (Darcy Monteiro)
Jongo-canção
voz: Luiza Marmello
5- Finca tenda (Seu Vito) (Darcy Monteiro)
voz: Darcy Monteiro
6- Caxinguelê (Vovó Maria Joana)
voz: Tia Maria do Jongo
7- Eu num é doutô (Pedro Monteiro)
voz: Luiza Marmello
8- Mamãe foi pro jongo (Eva Emely)
Ponto de despedida
voz: Dely Monteiro
Papai subiu o Morro de São José (Lazir Sinval)
Ponto de visaria
Maria sunga a saia (Darcy Monteiro)
Ponto de visaria
voz: Lazir Sinval
Eu tenho pena (Darcy Monteiro)
Ponto de demanda
VOZ: LAZIR SINVAL
9- Saracura (Pedro Monteiro e Darcy Monteiro)
Jongo-enredo / voz: Dely Monteiro e Lazir Sinval
10- Bana cum lenço (Vovó Maria Joana)
Ponto de visaria / voz: Dely Monteiro
Vou caminhar (rec. por Jair do Jongo)
Ponto de despedida / voz: Lazir Sinval
Benção de Deus (Vovó Maria Joana)
Ponto de despedida / voz: Dely Monteiro
Faixa Bônus
AFOXÉ NO QUINTAL DA TIA MARIA

CURIOSIDADE.
Mestre Darcy Monteiro, filho de Pedro Monteiro e da mãe-de-santo e jongueira Vovó Maria Joana Rezadeira, revelou-se, desde cedo, um grande percussionista. Aos 16 anos, já era músico profissional. Participou, adolescente, da fundação da Escola de Samba Império Serrano. Foi ele quem introduziu os agogôs na bateria do Império, até hoje marca registrada da escola. Acompanhou, como músico da Rádio Nacional, nomes do calibre de Mário Reis, Herivelto Martins, Ataulfo Alves, Marlene e Emilinha Borba. Só briga de cachorro grande
Mais do que qualquer outra coisa, porém, Mestre Darcy se destacou como um tremendo militante da cultura afro-brasileira. Foi fundador, ao lado de Candeia, do Grêmio Recreativo de Arte Negra Quilombo, escola de samba que nos anos 70 buscou recuperar o sentido comunitário das agremiações tradicionais, desvirtuado pelo surgimento das “super-escolas de samba s.a”.
Foi, entretanto, como jongueiro e divulgador do jongo que Mestre Darcy transformou-se em uma figura legendária.
Fonte: http://hisbrasil.blogspot.com/2007/01/mestre-darcy-do-jongo.html

Abraços. Leandro Mattos.

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‘Só se falava da Portela / da Estação Primeira de Mangueira / seu padrinho São Jorge, Santo Guerreiro / que lhe deu prestígio e glória / pra sambar o ano inteiro’

Chegou a hora da serrinha cantar alto neste blog. Escutem aí abaixo a primeira maravilha deste disco.

01 Império Tocou Reunir (Silas de Oliveira / Dona Ivone Lara) / Não me Perguntes (Mestre Fuleiro / Dona Ivone Lara 02 Menino de 47 (Nilton Campolino / Molequinho) Dei-te um Lar (Luiz Carlos Nega Véia) A Humanidade (Aloísio Machado) O Poeta e a Natureza (Osório Lima / Mano Décio da Viola) 06 Cuidado Vovó (Hélio dos Santos / Nilton Campolino) O que Seus Olhos Têm (Mestre Fuleiro) / Egoísmo Demais (Carlinho Vovô) 08 Bálsamo da Paz (Osório Lima) 3m05s 09 Amor Aventureiro (Silas de Oliveira / Mano Décio da Viola) 10 Serra dos meus Sonhos (Carlinhos Bem-te-vi) 11 Obsessão (Osório Lima e Mano Décio da Viola) 12 Triste Destino (Adilson Negão) 13 Sou Imperial (Avarese) 14 Tava Doente (domínio público) / Vapor da Paraíba (Mestre Fuleiro / Vovó Teresa)

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