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Archive for janeiro \18\UTC 2011

Mais uma música do Almir Guineto, mas não apenas mais uma, pois mais uma vez, em parceria com Adalto Magalha, Almir acertou a mão.
Cantarolei essa música praticamento todo último final de semana depois de ter conversado com o amigo Renan sobre Almir Guineto. Ele me falou que a música também não parou de tocar no rádio do carro dele. E pra fazer justiça, quem chamou minha atenção pra essa música foi o companheiro Rafinha, que como eu é um grande apreciador da obra do Almir.
Enfim, Almir e Adalto Magalha, faixa 04 do Cd “Olhos da Vida” de 1988.
Azul do meu céu. Apreciem:

Que vou fazer, que vou falar
Se meu céu escurecer o pranto vai rolar
Se és meu caminho, vale a pena a viagem
Quando é forte o amor, o desejo é selvagem
Pra não morrer vou me entregar
Toda história tem que ter um herói para prosar
Me render aos teus braços, não vejo covardia
Desta guerra eu confesso me faltou valentia
E assim estoume devolvendo
Ai, meu amor!
Pouco a pouco morrendo
Recomeçar é a palavra mais certa
Tentar de novo e cumprir as promessas
Você pra mim, é o azul que consigo
Minha paz, minha paz, minha paz.

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Aproveitando a folga pra postar mais uma bela canção. Parafraseando o amigo Fernandinho, quando escutávamos essa música: “Quando é Aldir Blanc, é tudo mais vagabundo, né companheiro?”. É a faixa seis do álbum Samba na Cidade. Sem mais!

Todo dia você me avalia e diz que eu mudei
Onde foi que eu errei?
Tento fugir do meu samba você me esculhamba
Diz que eu tentei ser bamba, mas falhei
No vento que venta lá, preciso te dizer
Que também não sei quem é você

Faz tanto tempo, que tento entender você
Você me olha, e nada de ver você
A luz da minha saudade queima sem saber
Te abraço sem achar você
Olha no meu coração que insiste em renascer
Faço tudo pra encontrar você.

abs,
Brito

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Letra de Ingênuo

Ingênuo (Pixinguinha e Benedito Lacerda) é um dos grandes choros de Pixinguinha.

Certo dia Pixinguinha pediu à Vinicius de Moraes que fizesse uma letra para o choro. Fato que nunca ocorreu.

Porém quem fez uma letra para a música foi Jacob do Bandolim. Jacob chegou a mostrar a letra para Pixinguinha, mas esta nunca chegou a ser gravada, por isso não é muito conhecida. Somente na década 1970 Paulo Cesar Pinheiro elaborou a letra definitiva para o choro.

Segue abaixo a letra elaborada por Jacob.

Fui ingênuo em gostar de você
Porque
Nunca pensei que isso tivesse um fim
Assim
Nosso romance encerrado
E tudo acabado
Entre nós dois
Eu, contente,
E você, consciente
Do imenso mal que viria depois
Hoje a saudade fugiu do meu coração
E só lamento o tempo que perdi em vão
Devo Agradecer
Ao esquecer
A mentira dos carinhos seus
Aprendi a não ser mais ingênuo
Graças a Deus
Lembra quando eu dizia
Que mais tarde, um dia,
Se este amor fornecesse
Não sei o que faria?
Você desconversou
E ainda me beijou
Para que eu não mais falasse
Que eu não magoasse
Impensadamente
A quem era minha
Minha tão-somente
Tudo desmoronado
Cada qual para o seu lado
Se foi grande a maldade
Foi maior a ingenuidade
Deste que agora sorri
Vendo que é aqui
Que se paga, mais cedo ou mais tarde.

Victor Cardozo.

09 Ingênuo by cardozodm

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